Sustentabilidade do tíquete baixo sob novos custos de presencialidade
Que evidência sustenta a crença de que o modelo de tíquete baixo em EaD, hoje com mensalidade média de R$ 348 contra R$ 1.132 no presencial, permanece economicamente sustentável apenas por volume de matrículas, considerando os índices de inadimplência já reportados pelo Instituto Semesp somados aos custos adicionais de presencialidade e infraestrutura impostos pelo Decreto nº 12.456/2025 e suas regras de transição até 2027? [Hipótese]
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Por que importa
Se a margem do modelo de baixo tíquete já é pressionada pela inadimplência atual, a adição de custos regulatórios de presencialidade pode inverter o cálculo de viabilidade de segmentos inteiros de oferta EaD, mudando a decisão entre manter escala a qualquer custo, reprecificar cursos ou descontinuar polos específicos.
Insight oculto
O modelo de volume pode já estar operando próximo do limite de sustentabilidade antes mesmo da nova regulação entrar em vigor plenamente, o que significaria que o marco regulatório não cria um problema novo, mas apenas antecipa e expõe uma fragilidade financeira preexistente que a expansão acelerada vinha mascarando.
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