Estado real de prontidão dos polos EaD para as novas exigências de presencialidade
Que evidência concreta existe — e que dado ainda não foi coletado publicamente — sobre a atual capacidade física, docente e de infraestrutura dos polos EaD dos grandes grupos para atender aos percentuais mínimos de presencialidade e atividades síncronas exigidos pelo Decreto nº 12.456/2025 antes do fim do período de transição em 2027?
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Por que importa
A decisão sobre quanto investir em adequação de polos (versus fechá-los ou convertê-los a modelos híbridos) depende de um diagnóstico real de gap de infraestrutura, não da suposição de que os polos atuais já comportam essa transição. Sem esse levantamento, o cronograma de transição pode ser subestimado ou sobrestimado.
Insight oculto
A ausência de um mapeamento público desse gap sugere que a própria magnitude do desafio operacional de adequação pode estar subdimensionada nas comunicações ao mercado de capitais, criando um risco de reprecificação abrupta caso o custo real de adequação se revele muito superior ao projetado nos ciclos de captação atuais.
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