Menor piloto para validar o modelo híbrido pós-marco regulatório
Considerando que a Yduqs registrou retração de 42% na captação digital parcialmente compensada por crescimento de 64% no modelo híbrido no primeiro ciclo sob o novo marco regulatório da EaD, qual é o menor piloto que uma IES independente ou rede regional pode conduzir, em um único polo ou curso e ao longo de até dois semestres, para medir se a migração para formato híbrido sustenta tíquete médio e taxa de ocupação sem elevar desproporcionalmente o custo por aluno matriculado?
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Por que importa
Sem um piloto controlado e delimitado, IES de menor porte podem replicar em escala nacional um modelo cujos resultados observados em grandes grupos não se sustentam em sua estrutura de custos, capilaridade regional e capacidade de investimento tecnológico.
Insight oculto
A validação do modelo híbrido pode depender menos da plataforma tecnológica adotada e mais da capacidade local de garantir presencialidade qualificada em municípios onde a instituição já opera — um recurso que redes regionais e IES comunitárias possuem, mas nem sempre os grandes grupos escaláveis conseguem replicar com a mesma qualidade.
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