Justiça sensorial ou vitrine para financiadores?
Dentro da equipe do projeto APEIRON, existe algum receio, ainda não verbalizado abertamente, de que a urgência de gerar tração comercial via contratos EMBRAPII e a oferta do IRM como serviço verificável possa esvaziar o compromisso declarado de tratar a ZEIS Mustardinha como território prioritário de justiça sensorial, em vez de tratá-la, sobretudo, como caso de demonstração para atrair financiamento internacional alinhado a One Health?
Projeto APEIRON - Convergência Bio-Digital · Substrato sensorial de silício versus substrato biológico multispecies
Por que importa
A resposta condiciona se a separação formal entre IRM-Atuarial e IRM-Pesquisa será defendida com rigor mesmo sob pressão de prazos comerciais, ou se cederá silenciosamente às exigências de clientes e financiadores.
Insight oculto
O apego institucional à narrativa de inclusão social pode coexistir com um cálculo pragmático de que a ZEIS Mustardinha funciona, antes de tudo, como prova de conceito de credibilidade ética perante financiadores internacionais, sem que isso seja reconhecido internamente como tal.
O que esta pergunta provoca em você?
Obrigado. Quem mais deveria pensar nisso?
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