Silêncio das IES regionais sobre o marco regulatório
As faculdades isoladas, centros universitários independentes e redes regionais que competem com os grandes grupos de EaD estão expressando publicamente, em fóruns como Semesp e ABMES, o mesmo entusiasmo com o endurecimento regulatório da EaD que se ouve nos bastidores, ou há um receio de que defender a presencialidade seja lido como discurso protecionista e antiquado diante da inovação digital?
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Por que importa
Se essas instituições calam uma posição estratégica genuína por medo de parecerem resistentes à mudança, associações setoriais e o MEC podem estar desenhando regras de transição sem captar plenamente os interesses e a capacidade real desse segmento de se adequar até 2027.
Insight oculto
A ausência de vocalização forte das IES regionais nos debates públicos pode não significar concordância com o ritmo da transição, mas sim uma aposta silenciosa de que o novo marco, ao encarecer a operação dos grandes grupos de EaD, devolverá competitividade ao presencial regional — um interesse que não é dito abertamente por receio de parecer oportunista.
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